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Audiência coletiva vai reunir Dirigentes de Sindicatos e MPT para discutir Reforma Trabalhista e Liberdade sindical

Encontro vai acontecer na sede da Procuradoria Regional do Trabalho, na quarta-feira, 30 de maio 2018, em Porto Velho

 

Porto Velho/RO (28/05/2018) - Presidentes e demais membro da diretoria de Sindicatos de Trabalhadores em Porto Velho foram chamados pelo MPT – Ministério Público do Trabalho em Rondônia para discutir a Reforma Trabalhista e a Liberdade Sindical em uma Audiência Coletiva a ser realizada nesta quarta-feira, 30 de maio de 2018, na sede da Procuradoria Regional do Trabalho, em Porto Velho, das 9 às 12 horas.

O convite para a audiência coletiva foi feito pelo Procurador Regional do Trabalho, Jonas Ratier Moreno, titular na 14ª Região da CONALIS - Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical, do Ministério Público do Trabalho, que tem base nacional na Procuradoria Geral do Trabalho (PGT) em Brasília - Distrito Federal e regionalmente nas unidades do MPT nos Estados. Cerca de 100 presidentes de Sindicatos são aguardados para esta audiência.

O encontro dos representantes sindicais na sede do MPT, em Porto Velho, faz parte da programação “Maio Lilás: campanha do MPT Pela liberdade de associação e atuação sindical” lançada neste mês de maio de 2018, pela CONALIS – Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical, com o objetivo de conscientizar a sociedade da importância da união e participação pacífica dos trabalhadores e trabalhadoras em atos coletivos para defesa de seus direitos, como forma de exercício da liberdade de união e expressão constitucionalmente garantidos, nos incisos IV, IX, XVI, XVII e XVIII do artigo 5º e da liberdade sindical, prevista no artigo 8º, caput, todos da Constituição da República do Brasil de 1988.

A cor lilás utilizada na Campanha de conscientização lançada pelo MPT é uma homenagem às 129 mulheres trabalhadoras, que foram trancadas e queimadas vivas em um incêndio criminoso numa fábrica de tecidos, em Nova Iorque (EUA(), em 8 de março de 1857, por reivindicarem um salário justo e redução da jornada de trabalho. No momento do incêndio era confeccionado um tecido de cor lilás.

Fonte: MPT/RO-AC

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